SECA: 26 municípios já cancelaram os festejos juninos
Festejar Santo Antônio, São João e São Pedro é uma das culturas mais tradicionais do povo nordestino. Na Bahia, este ano, os festejos juninos estão ameaçados por causa da seca, que de acordo com especialistas pode ser considerada como a maior seca dos últimos 47 anos. Diante da situação, até a presente data 26 municípios já cancelaram as festas juninas e 21 diminuíram a programação.
Presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, alerta os prefeitos que “é preciso neste momento que o prefeito pense primeiramente no povo, em diminuir o sofrimento. Se o município está sofrendo com a seca é necessário que a verba, que antes era destinada aos festejos, seja revertida para minimizar os efeitos causados pela estiagem”.
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA) publicou um decreto orientando aos gestores que os gastos com os festejos juninos não podem ser maiores do que os praticados em anos anteriores, assim como devem levar em consideração os recursos financeiros em caixa, para que os festejos não prejudiquem a ação de combate a seca.
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA- Sobe para 238 o número de municípios baianos que decretaram situação de emergência por causa da seca, ou seja, mais da metade das cidades em todo o Estado sofre com a estiagem. A falta de água já comprometeu cerca de 80% de toda a produção agrícola e afeta mais de 2,4 milhões de pessoas.
Confira abaixo os municípios que cancelaram os festejos:
1- PINDOBAÇU
2- CASA NOVA
3- TAPIRAMUTÁ
4- FILADELFIA
5- MIGUEL CALMON
6- NOVA FÁTIMA
7- MIRANTE
8- VÁRZEA DO POÇO
9- NOVA ITARANA
10- IRAMAIA
11- SITIO DO QUINTO
12- CANUDOS
13- BOA VISTA DO TUPIM
15- PEDRO ALEXANDRE
16- LAGOA REAL
17- PRESIDENTE DUTRA
18- SANTA TEREZINHA
19- MUQUÉM DO SÃO FRANCISCO
20- VÁRZEA NOVA
21- BARROCAS
22- TUCANO
23- CAEM
24- MUNDO NOVO
25- SERROLANDIA
26- RIACHÃO DO JACUÍPE
Fonte:UPB
“É muito bom fazer chover”, comentou entusiasmado o agricultor familiar César Augusto, 55, da comunidade Barão, distrito de Juazeiro, ao ver as suas plantações de milho, feijão, cebolinha, alface e coentro serem irrigadas com o sistema de micro aspersão, elaborado com garrafas PET. “Quando vi, pela primeira vez, a água jorrando em minha propriedade, juro que me emocionei”. Além da agricultura, ele dedica-se à criação comercial de caprinos, ovinos, suínos e galinhas caipiras.

O motor de sisal agora serve para triturar ração para o gado
Irritado com cartazes espalhados pela capital e interior e afixados no Sindicato dos Bancários e na Assembleia Legislativa pela APLB/Sindicato dando conta de que os deputados do PCdoB são inimigos dos professoes e fugiram da votação (veja detalhe na foto), o deputado Álvaro Gomes, PCdoB, fez um polêmico discurso na Assembleia nesta terça-feira, 15, e disse que continua o mesmo sindicalista dos anos 1980, “e mesmo que os professores não me queiram mais como seus defensores, vou continuar nessa luta”.
Quem se programou para ir atrás do trio elétrico neste final de semana, na micareta de Ubatã, terá que procurar outra cidade. O juiz titular da comarca do município do sul baiano, Carlos Antônio Maldonado Bertacco, acatou, nesta terça- feira (15), uma ação impetrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e cancelou a festa, que custaria aos cofres públicos quase R$ 700 mil. No processo, o promotor de Justiça de Ubatã, Iury Lopes de Melo, alega que antes de torrar dinheiro público com festejos, a administração municipal deve regularizar o pagamento de débitos com a Coelba e a Embasa, além de promover melhorias, atualmente necessárias, no hospital público local, bem como quitar os salários atrasados de servidores contratados. À decisão cabe recurso. De acordo com o site Ubatã Notícias, o prefeito Edson Neves (PSD) já tinha autorizado a montagem de camarotes, stands, banheiros químicos e toda a estrutura do carnaval fora de época no centro da cidade.








